ROSA LUXEMBURGO:
REVOLUÇÃO E MARXISMO

Militante comunista alemã, Rozalia Luksenburg (1871-1919) tornou-se um dos grandes nomes do pensamento marxista do início do século XX. 

Além da contribuição fundamental às ideias revolucionárias, a vida e a obra de Rosa são referências para grupos feministas.

Nascida em família judaica na Polônia, em Zamość, Rosa Luxemburgo foi vítima de perseguição política por conta de sua origem e militância.

A militante iniciou suas atividades políticas ainda no ginásio, com 15 anos, entrando para o Partido do Proletariado.

Rosa participou da fundação do grupo da tendência marxista revolucionária do SPD, que viria a se tornar mais tarde o Partido Comunista da Alemanha (KPD).

Líder da Liga Espartaquista, questionou o apoio do Partido Social-Democrata (SPD) alemão à 1ª Guerra Mundial, recusando fazer alianças na revolução alemã, e por vezes defendeu posições idealistas.

Após uma vida dedicada
à revolução socialista, ela é assassinada, em 15 de janeiro de 1919, aos 47 anos, em Berlim.

Morta por paramilitares, seu assassinato foi uma encomenda da social-democracia alemã, que não aceitava suas ideias revolucionárias.

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Sempre questionadora e inquieta, Luxemburgo também criticou algumas políticas bolcheviques, como a supressão da Assembleia Constituinte em janeiro de 1918.

Além de passar pelo pensamento radical, marxista, econômico e político, a trajetória da revolucionária influenciou o feminismo, principalmente por suas ideias, representatividade e legado. 

Com os livros A acumulação do Capital Reforma ou Revolução?, Rosa discutiu conceitos fundamentais e políticas de ação, polemizando com Lênin e Trostky sobre o pensamento marxista.

Desenvolvimento:
Duda Blumer

Texto original:
Haroldo Ceravolo Sereza

Fotos: Pixabay, Wikicommons e ilustração de Fernando Carvall

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