SIMONE DE BEAUVOIR: FILOSOFIA E FEMINISMO

Professora, romancista e ativista política francesa, foi como teórica feminista que Simone de Beauvoir se consagrou como revolucionária.

De família aristocrata, Beauvoir teve uma educação de elite.
Mas criou um caminho próprio, marcado também pelo relacionamento
com o filósofo
 Jean-Paul Sartre.

Com uma vida afetiva e sexual bastante livre,  escreveu algumas das obras mais importantes do pensamento político do século 20. 

Ao colocar a teoria feminista no centro do debate, sobretudo no livro O Segundo Sexo, Beauvoir escancarou um dos mecanismos mais perversos de opressão na sociedade de classes: o patriarcado.

Engajada na defesa de diversas frentes, com destaque para as causas de igualdade de gênero, ela nunca se enquadrou na militância partidária.

Sua atuação política tornou-se relevante após o fim da 2º Guerra. Beauvoir e Sartre puseram-se ao lado de movimentos de libertação nacionais em diversas colônias e países como Cuba e China.

A autora de O Segundo Sexo marcou o pensamento político de gerações de feministas e de ativistas das chamadas "minorias", por romper a lógica machista que imperava inclusive na esquerda.

Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade

Desenvolvimento:
Redação Opera Mundi

Texto original:
Haroldo Ceravolo Sereza

Fotos: Wikicommons

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