Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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Em meio a uma série de dificuldades econômicas decorrentes da crise internacional e dos impactos dos acidentes nucleares ocorridos no ano passado no Japão, o primeiro-ministro japonês, Yoshihiko Noda, aprovou nesta sexta-feira (17/02) uma ampla proposta de reforma fiscal. A iniciativa é avaliada como o primeiro passo para ratificar o polêmico reajuste de impostos e tarifas públicas.

No texto da proposta, o governo sugere reajustar, em 2014, o imposto sobre o consumo de 5% para 8%. Depois, em 2015, o aumento deve chegar a 10%.

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De acordo com as autoridades japonesas, o objetivo da reforma fiscal é cobrir os custos da Previdência e revisar as despesas públicas. Também está em estudo a redução do número de assentos no Parlamento – formado pelas Câmaras de Representantes, com 48 membros, e a de Conselheiros, com 242 integrantes.

O governo pretende ainda reduzir os salários dos funcionários públicos. As autoridades japonesas devem apresentar a reforma fiscal ao Parlamento no final de março. Os parlamentares devem referendar o texto para ele passar a valer.

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*Com informações das agência públicas de notícias do Japão, Kyodo, e de Portugal, Lusa

O governo sugere reajustar, em 2014, o imposto sobre o consumo de 5% para 8%

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