Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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Atualizada às 14h57

Efe
Um tribunal de Milão condenou nesta sexta-feira (26/10) o ex-premiê italiano Silvio Berlusconi a quatro anos de prisão por participar de um esquema de fraude fiscal. A pena, porém, foi reduzida para apenas um ano devido ao benefício da anistia, aprovado em 2006. Ainda cabe recurso.

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Berlusconi e outras 10 pessoas eram acusadas de comprar direitos de televisão de uma série de filmes norte-americanos através de empresas offshore e da falsificação posterior de documentos com fins de evasão fiscal.

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O caso foi iniciado ainda em 2006, quando Berlusconi chefiava o governo. O ex-primeiro-ministro negou envolvimento na fraude.  Essa semana ele anunciou sua saída oficial da política italiana, ao dizer que não irá concorrer nas eleições de 2013. 

O caso foi iniciado ainda em 2006, quando o ex-primeiro-ministro chefiava o governo italiano. Ainda cabe recurso.

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Sexto homem mais rico da Itália e magnata das comunicações, Berlusconi deverá ter mais tempo para se dedicar aos 22 processos judiciais aos quais responde. O mais famoso é o caso “Rubygate”, que lhe custou o apoio da maioria do Parlamento italiano. No processo, Berlusconi é acusado de incitação à prostituição e corrupção de menor. Ele teria pagado pelos serviços sexuais de Ruby (Karima el Maghroug), uma prostituta marroquina que tinha 17 anos na ocasião.

A promotoria de Milão alega que Ruby e dezenas de outras prostitutas eram recrutadas para participar de festas em sua luxuosa mansão de Arcore, a noroeste de Milão, na região da Lombardia. As orgias de Berlusconi ficaram conhecidas como festas “bunga bunga”. Em um depoimento no tribunal de Milão, no último dia 19, o ex-premiê negou as acusações. “Sou vítima de uma operação monstruosa para me difamar”.

* Com informações da agência Reuters

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