Novo governo da Espanha suspende controles orçamentários sobre Catalunha

Medida busca normalizar relações entre Madri e Barcelona; com adoção, supervisão prévia sobre gastos do governo local ficam suspensas

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O novo governo da Espanha, chefiado pelo socialista Pedro Sánchez, anunciou nesta sexta-feira (08/06) a revogação dos controles financeiros sobre a Catalunha como um primeiro gesto de “boa vontade”.


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“Determinamos que sejam dadas instruções aos bancos para que o governo da Catalunha possa abordar os pagamentos que lhe correspondem sem ter que passar pela supervisão do Tesouro do Governo da Espanha”, afirmou a porta-voz do governo de Madri, Isabel Celaá, durante entrevista coletiva.

Com a revogação, Barcelona não necessitará de autorizações do Ministério da Fazenda para pagar os seus servidores, nem de supervisão prévia sobre todos os gastos do governo local, ficando obrigada apenas a enviar um relatório de gastos mensal à Espanha. A medida busca normalizar as relações entre Madri e Barcelona.

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A intervenção federal sobre a Catalunha foi imposta em setembro de 2017 pelo governo do então premiê conservador Mariano Rajoy, que deixou de chefiar a Espanha na última semana (02/06) após sofrer uma moção de censura apresentada pelo Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), ao qual Sánchez pertence.

Novo primeiro-ministro

O líder do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), Pedro Sánchez, foi empossado no último dia 2 como novo primeiro-ministro da Espanha, após a moção de censura contra Mariano Rajoy ser aprovada.

A moção foi impulsionada pelo PSOE, sob liderança do próprio Sánchez, após inúmeros membros do Partido Popular (PP), de Rajoy, serem condenados por crimes de corrupção.

Na sentença que condenou o PP, conhecida como "Caso Gürtel", 29 dos julgados foram sentenciados entre 33 e 51 anos de prisão. O PP foi condenado a pagar mais de 240 mil euros por ter recebido verbas de fundos ilícitos.

Veja bate-papo entre Luka Franca, do Blog Bidê, Antonio Martins, do Outras Palavras, e Haroldo Ceravolo, de Opera Mundi, sobre a posse de Pedro Sanchéz como novo premiê da Espanha:

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