Arqueólogos descobrem mais de cem gravuras rupestres de 3.000 anos no México

Segundo INAH, algumas das gravuras representam 'figuras zoomorfas (macacos, árvores, víboras e mariposas)', além de iconografias que representam 'faixas, numerais, flores, corações e rostos humanos'

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O Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) do México encontrou 108 gravuras rupestres de mais de 3.000 anos registradas em pedras durante um trabalho de supervisão da construção do parque arqueológico La Campana, proximo à cidade de Colima.


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Em um comunicado, divulgado pelo INAH no dia 26 de fevereiro, o órgão disse que os petróglifos contêm iconografias, dimensões e filiações culturais distintas, que, em seu conjunto, abarcam um horizonte temporal que vai do período Pré-clássico (1700 a.C.) ao Pós-clássico (900 a 1521 d.C.).

Segundo o INAH, algumas das gravuras representam “figuras zoomorfas (macacos, árvores, víboras e mariposas)”, além de iconografias que representam “faixas, numerais, flores, corações e rostos humanos”.

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Um dos antropólogos encarregados da supervisão, Enrique Vargas, disse que, com a descoberta, o parque arqueológico pode ser considerado um dos sítios mais ricos em informação pétrea e um dos poucos lugares com mostras de todas as etapas culturais da Mesoamérica.  

Uma análise das pedras mostrou que elas também têm características variadas. Suas dimensões variam desde as que pesam várias toneladas e as que se manejam manualmente.

Entre os achados, está também um muro de contenção de aproximadamente 75 metros de largura, junto ao rio Colima, que resguardava uma escadaria de cinco degraus em um de seus segmentos.

INAH

Arqueólogos mexicanos encontraram figuras rupestres durante construção de parque em Colima

(*) Com teleSUR

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