Fóssil encontrado na Argentina muda a história dos dinossauros gigantes

Os pesquisadores acreditam que este primeiro dinossauro gigante chegou a pesar até 10 toneladas, três vezes mais do que os animais com que coexistia; gigantismo foi uma estratégia evolutiva

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Um fóssil encontrado na Argentina demonstra que os primeiros dinossauros gigantes apareceram 30 milhões de anos antes do que se pensava, indica um estudo publicado nesta terça-feira (10/07) na revista da Universidade Nacional de San Juan.


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O fóssil foi encontrado no departamento de Caucete, província argentina de San Juan, na fronteira com o Chile. Segundo o artigo, o achado indica que o Ingentia prima (primeiro dinossauro herbívoro gigante) viveu no fim do período Triássico, entre 205 e 210 milhões de anos atrás, e não no Jurássico há 180 milhões de anos, como se acreditava até agora.

Os pesquisadores acreditam que este primeiro dinossauro gigante chegou a pesar até 10 toneladas, três vezes mais do que os animais com que coexistia. A autora principal do estudo, Cecilia Apaldetti, do Museu de Ciências Naturais da Universidade de San Juan (IMCN), considera que o Ingentia prima deu origem ao gigantismo entre os dinossauros, que 100 milhões de anos depois seria incorporado por saurópodes de até 70 toneladas, como o Argentinosaurus ou Patagotitan.

Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas

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A análise da ossada do animal revelou um crescimento ósseo até agora desconhecido. O doutor Ignacio Cerda, do Instituto de Pesquisa em Paleobiologia e Geologia (IIPG) do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (Conicet), afirma que ao praticar um corte dos ossos deste dinossauro, pode-se observar um "crescimento sazonal".

Segundo o pesquisador, o dinossauros gigantes do Jurássico cresciam muito rápido e os do Triássico sazonalmente, como as árvores.

O gigantismo foi uma estratégia evolutiva para assegurar a sobrevivência dos herbívoros perante os predadores.

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