Quarta-feira, 15 de abril de 2026
APOIE
Menu

A Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal) das Nações Unidas apontou que o crescimento econômico da região previsto para 2021 não será suficiente para superar a retração causada pela pandemia do novo coronavírus neste ano.

Em relatório publicado nesta quarta-feira (16/12), o órgão prevê uma subida de 3,7% no Produto Interno Bruto da região.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Em 2020, ainda de acordo com a Cepal, a América Latina e o Caribe sofreram uma queda de 7,7% no PIB, que se explica pelos reflexos da pandemia da covid-19.

“Antes da pandemia, a região apresentava uma trajetória de baixo crescimento, mas as consequências da covid-19 fizeram da América Latina e Caribe a região mais afetada no mundo em desenvolvimento”, lembrou Alicia Bárcena, secretária-executiva da Cepal.

Mais lidas

Ainda segundo o órgão, a melhora dependerá de fatores como distribuição das vacinas, estímulos fiscais e a recuperação do setor produtivo.

A Cepal espera que a América do Sul cresça a uma taxa de 3,7% no próximo ano e a América Central 3,8%. O crescimento deve ser levemente mais alto para o Caribe com 4,2%. 

Órgão publicou relatório indicando que o PIB da região sofreu uma retração de 7,7% em 2020 e que foi muito afetado pelos efeitos do novo coronavírus

Fotos Públicas

Órgão publicou relatório indicando que o PIB da região sofreu uma retração de 7,7% em 2020

Pobreza extrema

Em um outro estudo, publicado em outubro, a agência antecipou que a região deve atingir níveis de pobreza extrema iguais aos do ano de 1990 durante a pandemia do novo coronavírus.

Os índices de miséria estavam previstos para atingir 96 milhões de pessoas, enquanto os níveis de pobreza poderiam voltar ao mesmo nível de 2005, atingindo 231 milhões de pessoas.

O estudo também destacou que a crise econômica gerada durante a pandemia do coronavírus é a pior registrada em 120 anos.