Domingo, 8 de fevereiro de 2026
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Após uma convocatória feita pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro, um Exército com mais de cem mil pessoas realizaram manobras militares defensivas neste sábado (14/03) em uma atividade chamada de “Escudo Bolivariano”. O objetivo da ação, que se estenderá por dez dias e da qual participaram cerca de 20 mil civis, é “demonstrar a capacidade da Venezuela de defender sua soberania” diante de uma possível agressão realizada pelos Estados Unidos.

Leia também: Maduro já se prepara contra sanções econômicas dos EUA, diz cônsul venezuelano no Brasil

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Agência Efe

Ação é realizada com civis e militares com o objetivo de defender o país de agressão estrangeira

A relação entre os países se deteriorou após o presidente Barack Obama declarar que Venezuela é “uma ameaça à segurança nacional” dos EUA e impor sanções ao país.

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Na manhã deste sábado (14/03), o ministro venezuelano para a Defesa, Vladimir Padrino López, explicou que o exercício militar é parte do Programa de Exercício Militar de 2015 e a participação da população corresponde à articulação cívico-militar diante do decreto norte-americano que considera a Venezuela como uma “ameaça não usual”.

Atividades foram convocadas pelo presidente Nicolás Maduro e terão dez dias de duração; cerca de 20 mil dos participantes são civis

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Padrino ressaltou que não se trata de um exercício de demonstração bélica, mas uma “articulação da Força Armada e o povo na organização e construção do que denominamos os órgãos de defesa integral, que terão direção política conectados com a luta armada” como forma de se defender de eventual agressão.

Agência Efe

Civis marcharam em Caracas durante o exercício militar

O exercício foi ordenado por Maduro na última quarta-feira (11/03) para identificar pontos críticos de defesa e garantir que o país “não seja atingido por ninguém”, ou para que “não seja tocado pelas botas ianques”, como disse perante o plenário da Assembleia Nacional.

“Venezuela tem que estar preparada, porque a Venezuela não é e nem pode ser jamais a Líbia ou o Iraque”, justificou Maduro.

Hoje, em seu Twitter, Maduro felicitou as forças armadas e o povo pelos exercícios: