Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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Atualizada às 16h42.

“Não teve líder na história de nossa pátria mais vilipendiado, mais atacado que Hugo Chávez”, afirmou Nicolás Maduro, nesta sexta-feira (08/03), durante cerimônia oficial em homenagem ao líder venezuelano. “Jamais em 200 anos se mentiu tanto sobre um homem, nem aqui nem no mundo”, disse o presidente em exercício, em seu discurso de homenagem.

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Com a participação mais de 30 chefes de Estado – inclusive a do iraniano Mahmud Ahmadinejad, que beijou o caixão de Chávez e foi aplaudido de pé pelos presentes -, o ato foi realizado na Academia Militar do país e contou com cerimonial regilioso, musical e minutos de silêncio por grupos de representantes de diferentes países.

Agência Efe

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Em seu discurso, realizado ao final da cerimônia, Maduro afirmou que Chávez superou os ataques contra si porque “tinha dentro de si o escudo mais poderoso que um ser humano pode ter, sua pureza, sua verdade. Seu amor o salvou da injúria”, expressou, antes de ter a voz embargada pelo choro.

Maduro disse ainda que “Chávez foi embora vitorioso” e, se dirigindo ao falecido, expressou: “Você continuará sendo presidente em função”. O político também ressaltou que “a vida inteira” do líder bolivarianista “foi seu testamento”, e que os humildes do mundo, os desesperançados, os oprimidos “de todos os tempos e todas as horas” e os netos dos escravos “são seu testamento vivo”.

“Se alguém quer saber quem é Hugo Chávez de verdade, leiam a constituição, essa é sua letra e sua ação. A constituição aprovada pelo povo, aqui está o nosso guia. Tudo o que hoje somos está aqui”, disse, exibindo o grosso livreto da Constituição venezuelana.

Maduro encerrou o discurso com a exclamação “Missão cumprida, comandante!” e com a expressão que vem sendo frequentemente repetida nas ruas por simpatizantes do líder venezuelano: “Chávez Vive, a luta segue!”. “Hasta la victoria siempre, comandante”, disse o então vice de Chávez, que jurará ainda nesta sexta-feira como presidente do país.

Discurso de homenagem foi feito durante cerimônia em homenagem ao presidente venezuelano, morto na última terça-feira

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