Quarta-feira, 13 de maio de 2026
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No dia 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos viveram o maior ataque terrorista de sua história. Eram quase 9h da manhã em Nova York quando um avião sequestrado por integrantes da organização terrorista islâmica Al Qaeda, sob comando de Osama bin Laden, chocou-se com uma das torres do World Trade Center (WTC) — um dos prédios mais altos do mundo até então.

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A princípio, a cena parecia de um trágico acidente aéreo. Mas, quando cerca de 20 minutos após o primeiro ataque outro avião colidiu com a segunda torre do WTC, ficou claro que se tratava de uma ação premeditada.

Alguns minutos depois, um terceiro avião atingiu o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA que fica próximo a Washington D.C., capital do país.

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Uma quarta aeronave caiu em uma área rural no estado da Pensilvânia antes de atingir seu alvo, após os passageiros tentarem retomar o controle da aeronave. Investigações apontam que o plano dos terroristas era jogar o avião contra o Capitólio, casa do poder legislativo norte-americano.

Em 11 de setembro de 2001, o grupo terrorista Al Qaeda jogou dois aviões contra as torres gêmeas do World Trade Center, nos EUA. Quatro aeronaves caíram em solo norte-americano naquele dia, deixando quase 3 mil vítimas

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AP

Atentados contra o World Trade Center deixaram mais de 3.000 mortos em 2001

Três edifícios do complexo do WTC desmoronaram, incluindo as famosas Torres Gêmeas. As cenas da fumaça tomando conta das ruas de Nova York e de pessoas se jogando pelas janelas para tentar fugir das chamas foram transmitidas ao vivo e chocaram o mundo.

Ao todo, quase 3 mil pessoas morreram, incluindo os terroristas, todos os passageiros das quatro aeronaves, bombeiros, funcionários do Pentágono e muitas pessoas que trabalhavam no WTC.

Para além das vítimas, o 11 de setembro também teve sérios desdobramentos militares. O então presidente George W. Bush aprovou, no mês seguinte, o USA Patriot Act (Lei Patriota), que permitia ao governo, entre outras coisas, invadir casas, espionar cidadãos, interrogar suspeitos (inclusive com tortura) sem precisar pedir autorização judicial ou respeitar o direito à defesa e julgamento.

Os EUA também lideraram, junto com outros países, a chamada “Guerra ao Terror”, que levou à invasão do Afeganistão em outubro de 2001, e do Iraque em 2003, países acusados de dar suporte ao grupo terrorista.