Quarta-feira, 7 de outubro de 2026
Compartilhe:

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, em fala neste sábado (06/05), durante uma entrevista coletiva em Londres, na Inglaterra, o fundador do Wikileaks, Julian Assange.

“É uma vergonha que um jornalista que denunciou a falcatrua de um Estado contra outro esteja preso e condenado a morrer em uma cadeia”, afirmou o presidente brasileiro.

E-mail

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.

Canal do WhatsApp O mundo em movimento direto no seu celular.
Siga
TV Opera Mundi Opinião, contexto e coragem jornalística.
Sintonize

Lula disse, porém, que Assange não foi pauta da reunião que teve com o primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak, nesta sexta-feira (05/05): “Eu até peço perdão. Quando chegar ao Brasil, vou ligar para o primeiro-ministro, porque esse foi um assunto que esqueci de falar com ele”, afirmou.

Assange é perseguido pelo governo dos Estados Unidos por 18 acusações, incluindo espionagem, relacionadas à divulgação, pelo WikiLeaks, de registros militares e telegramas diplomáticos confidenciais dos Estados Unidos.

Cobertura especial Veja os resultados do 1° turno das Eleições Acompanhe

Fala foi feita durante coletiva de imprensa neste sábado (06/05); presidente brasileiro se reuniu com Rishi Sunak na última sexta-feira (05/05)

Ricardo Stuckert

Presidente Lula em reunião com Rishi Sunak, primeiro-ministro do Reino Unido, na última sexta-feira (05/05)

Assista a resposta de Lula:

Lula ainda destacou que espera uma postura mais “combativa” dos órgãos de mídia. “A imprensa, que defende a liberdade de imprensa, não faz um movimento para libertar esse cidadão”, denunciou. “Precisamos colocar nossas teorias em prática de vez em quando.”

“Esse cidadão deveria estar recebendo um prêmio Nobel, esse cidadão deveria estar recebendo Oscar de decência e coragem porque denunciou ao planeta um país espionando outro país. E os Estados Unidos ainda teve coragem de pedir desculpas à Angela Merkel, mas não teve coragem ou não sentiu necessidade de pedir desculpas ao Brasil”, concluiu.

Mais lidas