Quinta-feira, 3 de setembro de 2026
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A China anunciou nesta terça-feira (18/09) que adotará medidas de retaliação pela recente decisão dos Estados Unidos de impor mais tarifas aos itens de importação chineses.

Horas após o presidente Donald Trump anunciar nesta segunda-feira (17/09) uma tarifa de 10% sobre um total de cinco mil bens chineses, avaliados em US$ 200 bilhões, o Ministério do Comércio chinês informou que responderia as medidas norte-americanas,

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“A China sempre enfatizou que o único modo de resolver o comércio entre China e Estados Unidos é via negociação e diálogo, de maneira igualitária, sincera e com respeito mútuo. Mas, neste momento, tudo que os Estados Unidos fazem não deixa uma impressão de sinceridade ou boa vontade”, declarou Pequim.

Governo chinês destacou importância do 'diálogo, de maneira igualitária, sincera e com respeito mútuo'; mas tudo que os EUA fazem não deixa uma impressão de sinceridade ou boa vontade", declarou Pequim

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Segundo o governo dos EUA, a balança comercial bilateral é negativa para o lado norte-americano e o republicano Donald Trump exige que Pequim adote medidas para um equilíbrio.

A previsão é que as tarifas anunciadas ontem por Washington passem de 10% a 25% em 1 de janeiro de 2019. Essas tarifas vêm com uma série de outras, impostas em março, julho e agosto, de cerca de 25% a cada tipo de produto e estimadas em US$ 50 bilhões cada.

Caso a China retalie, Trump está disposto a alargar de US$ 200 bilhões para US$ 267 bilhões a última rodada de tarifas, o que, na somatória de todas as medidas adotadas pelos EUA, atingiria um total de US$ 517 bilhões nas exportações chinesas – volume vendido por Pequim a Washington em 2017.