Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Compartilhe:

O Ministério da Saúde de Gaza informou nesta sexta-feira (08/06) que ao menos quatro pessoas foram mortas e 618 ficaram feridas por conta da repressão violenta do Exército israelense em Gaza, no dia que marca a Naska e o Dia de Jerusalém.

Segundo o órgão, a maioria das pessoas feridas sofreu intoxicação por gases lacrimogêneos lançados por soldados israelenses, mas há casos também atingidos por disparos.

E-mail

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.

Canal do WhatsApp O mundo em movimento direto no seu celular.
Siga
TV Opera Mundi Opinião, contexto e coragem jornalística.
Sintonize

“Naska” é como os palestinos chamam o aniversário da Guerra dos Seis Dias, em 1967, na qual Israel anexou a Cisjordânia e Gaza. O Dia de Jerusalém, ou Dia de Al-Quds, foi estabelecido em 1979 pelo Irã em apoio à população da Palestina.

A manifestação desta sexta está no âmbito da Marcha do Retorno, que, toda semana, reclamam o direito dos palestinos de retornarem às terras das quais tiveram que sair após a criação de Israel, em 1948.

Cobertura especial Veja os resultados do 1° turno das Eleições Acompanhe

Desde que se iniciaram os protestos na cerca que separa Gaza do território de Israel, cerca de 120 palestinos foram mortos pelas forças comandadas pelo governo de Benjamin Netanyahu. Mais de 14 mil ficaram feridos.

Reprodução/Youtube

Protestos marcam a Naska – o aniversário da Guerra dos Seis Dias – e o Dia de Jerusalém; cerca de 120 palestinos já morreram em manifestações 

Protestos marcam a Naska - o aniversário da Guerra dos Seis Dias - e o Dia de Jerusalém; cerca de 120 palestinos já morreram em manifestações

NULL

NULL

O alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Raad al-Hussein, já criticou o excesso de força utilizado por Israel contra as manifestações palestinas.

Medicamentos

No domingo (03/06), o ministério havia alertado sobre o deterioro da situação médica de Gaza causada pela falta de medicamentos e insumos de saúde.

“O Ministério sofre uma escassez de 50% de remédios e insumos médicos”, disse o diretor de Hospitais do ministério, Abdul Latif al-Haj. Ele pediu à comunidade internacional que enviasse medicamentos para aliviar a situação.

(*) Com teleSUR e RT

Mais lidas