Terça-feira, 6 de outubro de 2026
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A prefeitura de Amsterdã irá proibir o consumo de maconha nos pátios dos centros educativos e poderá estender o veto a áreas públicas como parques, mas seguirá permitindo que os turistas frequentem os populares “coffeeshops”.

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Maconha terá novas restrições em Amsterdã, mas coffeeshops continuarão abertos para turistas

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A medida, anunciada nesta quarta-feira (12/12) pelo prefeito da cidade, Eberhard van der Laan, foi bastante comentada pela imprensa do país.

Segundo Van der Laan, as escolas poderão pedir intervenção policial e imposição de multas se forem descobertos estudantes consumindo maconha nas suas instalações.

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De acordo com o jornal Parool, muitas das escolas da cidade já contam com uma proibição similar, que agora seria aplicada por lei a todos os centros educativos e que além disso poderia se estender a algumas zonas residenciais.

 

Capital holandesa, porém, continuará permitindo o consumo por parte de estrangeiros nos coffeeshops

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Até agora, as tentativas de restringir o uso da substância nos colégios tinham fracassado já que as autoridades consideravam tecnicamente impossível proibir o uso em determinados lugares. Além dessa proposta, está previsto o fechamento de um bom número de coffeeshops que estão a menos de 250 metros de centros educativos.

O resto de estabelecimentos que vendem maconha, em todo caso, seguirá aberto aos turistas em Amsterdã, apesar da lei que entrará em vigor no país em 2013, que limita e entrada nestes estabelecimentos aos moradores dos municípios holandeses.

A medida foi aprovada pelo anterior Executivo holandês, que caiu e foi substituído por uma coalizão que conta com a participação dos trabalhistas, tradicionalmente mais liberais no debate sobre a maconha. O conselho de Amsterdã, dirigido por essa força política, afirmou no mês passado que não aplicaria essas regras. A cidade conta atualmente com mais de 200 coffeeshops, um terço dos que existem no país, e recebe anualmente cerca de sete milhões de turistas, dos quais se estima que aproximadamente meio milhão visite estes estabelecimentos.

(*) com agência Efe

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