Terça-feira, 10 de março de 2026
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Nigel Farage, um dos líderes da campanha pela saída do Reino Unido da União Europeia (chamada de “Brexit”), participou de um comício do candidato à Presidência dos EUA pelo Partido Republicano, Donald Trump, nesta quinta-feira (25/08), na cidade de Jackson, no Mississipi.

Introduzido por Trump como o homem que enfrentou a União Europeia “contra todas as adversidades”, Farage, ex-líder do partido de extrema-direita Ukip (Partido da Independência do Reino Unido), comparou a campanha do empresário ao “Brexit”.

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Reprodução/Facebook Donald J. Trump

Nigel Farage, do Partido de Independência do Reino Unido e um dos líderes do “Brexit”, participou de comício de Trump

“Vocês têm a oportunidade com essa campanha de vencer as pesquisas, vencer os comentários, vencer Washington. E farão isso fazendo o que nós fizemos pela 'Brexit' e pelo Reino Unido: nós tivemos nosso próprio Exército de cidadãos comuns que saíram e entregaram panfletos, (…) que convenceram e inspiraram as pessoas a votarem pela mudança (saída da União Europeia)”, disse Farage, sugerindo que os eleitores do empresário se empenhassem mais em sua campanha.

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Para ele, uma vitória de Trump resultaria em uma “independência norte-americana”.

Britânico disse que não votaria em Hillary Clinton 'nem que ela me pagasse'; para ele, vitória de republicano Trump resultaria em 'independência norte-americana'

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Farage havia comparecido à convenção republicana em Cleveland no mês passado, mas disse na ocasião o que “não cairia na armadilha” de pessoalmente apoiar Trump porque não queria repetir a atitude do presidente norte-americano, Barack Obama. Para ele, o mandarário se “intrometeu” em assuntos britânicos ao pedir que os cidadãos do país europeu votassem pela permanência no bloco durante o plebiscito que aconteceu em junho deste ano.

Assim, apesar de sua participação no comício, o líder do Ukip não pediu diretamente votos para Trump, mas disse que, se fosse norte-americano, não votaria em Hillary Clinton, candidata pelo Partido Democrata, “nem que fosse pago”.

“Eu não posso dizer a vocês em quem devem votar nestas eleições, mas direi o seguinte: se eu fosse um cidadão norte-americano eu não votaria em Hillary Clinton nem que vocês me pagassem. Na verdade, eu não votaria em Hillary Clinton nem que ela me pagasse”, afirmou.