Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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O presidente do Parlamento de Cuba, Ricardo Alarcón, qualificou nesta terça-feira (29/01) como “elogiável” a investigação do jornalista e escritor brasileiro Fernando Morais para o livro escrito sobre os cinco antiterroristas da ilha caribenha, intitulado Os Últimos Soldados da Guerra Fria.

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Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Fernando González, Ramón Labañino e René González foram condenados a severas penas por informar sobre planos de ações violentas contra Cuba, arquitetados por grupos terroristas baseados em território norte-americano.

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[O escritor brasileiro Fernando Morais]

Ao apresentar a primeira edição da obra em castelhano na III Conferência Internacional Pelo Equilíbrio do Mundo, Alarcón ressaltou que faltava uma voz capaz de chegar ao coração das pessoas sem retórica vazia, com a força de um escritor sem segredos de linguagem e com um grande afã de investigador.

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Morais, segundo Alarcón, é um dos escritores mais importantes de nossos tempos, quem não renuncia à lucidez nem à integridade. Para escrever o livro, o autor se baseou em testemunhos de terceiros e em fontes documentais dos Estados Unidos.

“Quem ler os documentos relacionados com o processo dos Cinco [como são conhecidos internacionalmente] comprovará que foram presos devido à luta que travavam, sem armas e sem violência, contra os grupos terroristas”, expressou o presidente do Parlamento.

Obra foi elogiada pelo presidente do Parlamento de Cuba, Ricardo Alarcón

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Alarcón recordou que os meios de imprensa de Miami atuaram mais como órgãos promotores e acusadores do que como meios de informação no caso dos Cinco, aos quais se lhes reconheceu que não tinham nada que com as acusações de espionagem e de atentar contra a segurança nacional dos Estados Unidos.

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