Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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O presidente da Rússia, Vladmir Putin, negou nesta sexta-feira (25/05) que o míssil que derrubou na Ucrânia o voo MH17, em 2014, fosse da Rússia. Investigadores holandeses haviam apontado na quinta (24/04) que o projétil era de forças militares controladas por Moscou.

Segundo Putin, existem diferentes versões sobre o que aconteceu, e que a equipe que chegou a esta conclusão não aceitou investigadores da Rússia. Moscou diz que o dono do míssil é a Ucrânia.

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Na quarta, o investigador holandês Wilbert Paulissen afirmou que a equipe “chegou à conclusão de que o BUK-TELAR que derrubou o voo MH17 veio da 53ª Brigada de Mísseis Antiaéreos com base em Kursk, na Rússia”.

Segundo Putin, existem diferentes versões sobre o que aconteceu, e a equipe holandesa que chegou a esta conclusão não aceitou participação de investigadores da Rússia

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Segundo o holandês, na ocasião, o sistema de mísseis foi levado para o território ucraniano minutos antes do ataque e logo depois retornou à área russa. Cerca de 100 pessoas suspeitas de terem ligação com o incidente foram investigadas.

Além disso, os holandeses fizeram os investigadores reconstituição do trajeto percorrido pelo míssil com uso de vídeos e fotografias. Em 2016, eles já haviam apontado para esse desfecho, mas até então não tinham provas suficientes. Agora, o grupo disse que possui “evidências legais e convincentes que vão se sustentar em um tribunal”.

O Boeing 777 da Malaysia Airlines fazia o trajeto entre Amsterdã, na Holanda, e Kuala Lampur, na Malásia, quando foi abatido em uma região de conflito na Ucrânia. Todos os tripulantes e passageiros morreram na tragédia.

Kremlin



Putin disse que míssil que derrubou avião na Ucrânia não era russo

(*) Com Ansa

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