Sexta-feira, 15 de maio de 2026
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O vice-presidente da Colômbia, Germán Vargas Lleras, confirmou nesta terça-feira (14/03) que irá apresentar sua renúncia ao Senado para poder ser candidato à presidência em 2018.”Protocolarei no Senado a renúncia ao cargo que venho exercendo até o momento”, disse Vargas Lleras em um ato no qual fez o balanço de sua gestão como vice-presidente.

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Vargas Lleras disse que promoveu uma reforma na Constituição para que os vice-presidentes renunciem o cargo um ano antes das eleições. Caso contrário, eles ficam inabilitados a disputar o pleito.

“As regras foram introduzidas recentemente quando alertaram que quem desejar perseverar e participar do próximo debate eleitoral tem que renunciar um ano antes”, ressaltou o vice-presidente no evento, que contava com a presença de vários parlamentares, autoridades regionais e o próprio presidente do país, Juan Manuel Santos.

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Agência Efe

Germán Vargas Lleras com presidente colombiano Juan Manuel Santos

Segundo constituição colombiana, vice deve renunciar um ano antes das eleições para poder disputar pleito; Juan Manuel Santos escolheu general da reserva Óscar Naranjo para ocupar posto

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As eleições presidenciais da Colômbia serão realizadas em 28 de maio de 2018. Caso haja necessidade de segundo turno, ele ocorrerá em junho para que o eleito assuma em 7 de agosto de 2018.

O vice-presidente reiterou que a reforma constitucional o obrigava a protocolar sua renúncia até esta quarta-feira. Apesar de não ter tomado uma “decisão definitiva” sobre a candidatura, Vargas Lleras não quis descumprir os prazos para ficar inabilitado à presidência, cargo que disputou com o próprio Santos em 2010. Posteriormente, Vargas Lleras pediu aos senadores que tramitem o pedido de renúncia com “prontidão”.

Vargas Lleras é neto do ex-presidente colombiano Carlos Lleras Restrepo (1966-1970). Antes de assumir o cargo de vice-presidente, ele era ministro do Interior. Com sua saída, o general da reserva Óscar Naranjo ocupará o posto, escolhido pelo próprio chefe de Estado, Juan Manuel Santos. Vargas Lleras disse estar feliz de a responsabilidade ser assumida por Naranjo, que foi diretor da polícia e membro da equipe de negociação de paz do governo com as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).