Quarta-feira, 4 de março de 2026
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“A Bolívia é um Estado pacifista que não pode ficar parado olhando o evidente genocídio que comete Israel contra civis em Gaza”.

Essas foram as palavras do presidente da Bolívia, Evo Morales, para justificar o rompimento de relações diplomáticas com Israel, anunciado hoje (14). Na semana passada, a Venezuela tinha expulsado o embaixador Shlomo Cohen.

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“A Bolívia tinha relações com Israel, mas diante deste grave atentado contra a vida, a  humanidade, a Bolívia rompe relações diplomáticas com Israel”, afirmou o presidente Morales, segundo a ABI (Agência Boliviana de Informação), durante saudação protocolar que recebeu do corpo diplomático instalado no país, em La Paz.

Fontes da Embaixada de Israel na Bolívia, no entanto, afirmaram não ter recebido nenhum comunicado sobre o rompimento.

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Morales também disse que processará Shimon Peres (presidente de Israel) e o primeiro-ministro, Ehud Olmert, perante o Tribunal Penal Internacional, por genocídio.

“Os crimes do governo de Israel afetam a estabilidade e a paz mundial e fizeram o mundo retroceder à pior etapa dos crimes de lesa-humanidade que não eram vividos desde a Segunda Guerra Mundial, a não ser nos últimos anos [de conflito] na ex-Iugoslávia e em Ruanda” disse o presidente.

Segundo um porta-voz da comunidade palestina da Bolívia, a população agradece a medida do presidente. “Agradecemos cordialmente em nome de nosso povo palestino, especialmente da Faixa de Gaza, o apoio moral e humanitário do presidente Morales por esta condenação”, declarou o médico Aiman Altaramsi, que mora em La Paz.

Bolívia rompe relações diplomáticas com Israel e aponta "genocídio"

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