Segunda-feira, 5 de outubro de 2026
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O agravamento da crise na Síria e os temores sobre o programa nuclear do Irã devem dominar os debates nesta sexta-feira (09/03) em Copenhague, na Dinamarca, durante a reunião dos ministros das Relações Exteriores da União Europeia – que reúne 27 países da região. No começo deste mês, os presidentes e primeiros-ministros decidiram aumentar a pressão sobre o governo do presidente sírio, Bashar Al Assad, para que ele busque o fim do impasse.

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A reunião é chamada de Gymnich em referência a um castelo na Alemanha no qual houve a primeira cúpula de chanceleres. O encerramento será amanhã. Na reunião, os chanceleres deverão definir as novas sanções que serão impostas a Assad e a seus colaboradores.

A crise na Síria completou um ano este mês. A estimativa é que mais 8 mil pessoas tenham sido mortas em decorrência dos conflitos entre manifestantes e agentes de segurança. No começo deste ano, foram aprovadas medidas de restrição à Síria, como o congelamento dos bens do Banco Central sírio na Europa e a interdição do comércio de metais preciosos.

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Em relação ao Irã, os europeus aguardam uma manifestação oficial sobre a retomada das negociações sobre o programa nuclear desenvolvido no país. Nesta semana, a chefe da Diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton, propôs, em nome do grupo 5+1 ( formado pelos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas – os Estados Unidos, a China, Rússia, o Reino Unido e a França. A Alemanha não pertence ao conselho, mas integra o grupo), recomeçar o diálogo.

Também deverá ser discutida a condução, pela União Europeia, da política externa no que se refere às atividades do Seae (Serviço Europeu de Ação Externa), o corpo diplomático europeu criado pelo Tratado de Lisboa.

*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa

Encontro em Copenhague definirá novas sanções a serem impostas ao regime de Assad

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