Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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Um relatório divulgado pela imprensa oficial cubana nesta terça-feira (03/01) revelou que o país teve a menor taxa de mortalidade de todo o continente americano no ano de 2011.

De acordo com o relatório, reproduzido pelo jornal Granma, de cada mil bebês nascidos no país, apenas 4,9 morreram, em média. O índice coloca o país à frente de Estados Unidos, Canadá e do próprio Brasil.

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A publicação ressaltou ainda que na região de Las Lunas, no leste da ilha, o índice de mortalidade infantil foi ainda menor: 3,5 mortes para cada mil crianças nascidas.

“Nos últimos quatro anos, Cuba alcançou cifras inferiores a 5 na taxa de mortalidade infantil, a mais baixa das Américas, junto ao Canadá”, publicou o Granma.

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O jornal se refere à igualdade nos índices dos dois países em 2010, quando Canadá e Cuba registraram uma taxa de mortalidade de 5,9.

O relatório atribuiu o sucesso cubano “à política sanitária do governo revolucionário, que garante a igualdade no que diz respeito ao acesso aos serviços assistenciais que são oferecidos a mãe à criança”.

Além disso, segundo o relatório, os exames oferecidos às mães durante a gestação asseguram que os bebês se desenvolvam com saúde e em segurança.

A província de Havana, capital do país, também registrou um índice inferior à média nacional com 4,3 mortes a cada 100 mil nascidos.

Índice em Havana foi ainda menor que o nacional, com 4,3 mortes para cada mil nascidos

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