Sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
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A economia da Alemanha cresceu 2,2% em 2017, a maior expansão registrada desde 2011, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (11/01) pelo Departamento Federal de Estatísticas (Destatis) do país. Foi também o oitavo ano consecutivo de crescimento. Em 2011, a alta foi de 3,7% e, em 2016, de 1,9%.

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A conjuntura econômica alemã tem sido impulsionada pelo aumento do consumo e das exportações, além de uma explosão no setor de construção e mais empresas investindo. Economistas de bancos e institutos de pesquisa alemães haviam previsto um crescimento até mais forte, de 2,3%, para 2017.

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“A economia alemã está a todo vapor no momento. Estamos a caminho de um 'boom' que não vemos há muito tempo”, afirma o economista Rolf Schneider, da seguradora Allianz.

PIB da Alemanha avança 2,2% em 2017, oitavo ano consecutivo de expansão econômica; conjuntura é impulsionada por aumento do consumo e das exportações, além de explosão na construção e investimentos

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picture-alliance/dpa/C. Charisius

Nos primeiros 11 meses de 2017, Alemanha exportou máquinas, carros e outros bens no valor de 1,18 trilhão de euros

A população vem consumindo mais, a situação no mercado de trabalho é favorável, e a poupança rende pouco devido à política de taxas de juros próximas de zero adotada pelo Banco Central Europeu (BCE). De acordo com dados do instituto de pesquisa GfK, poucas pessoas na Alemanha estão preocupadas em perder seus empregos, e a confiança na economia aquecida é alta.

Ao mesmo tempo, a forte recuperação da economia global reacendeu a demanda por produtos “made in Germany”. Dados apontam 2017 como o quarto ano consecutivo de exportações recordes. Nos primeiros 11 meses do ano passado, foram exportados máquinas, carros e outros bens no valor de 1,18 trilhão de euros. As empresas na Alemanha também têm investido mais em infraestrutura, como máquinas, equipamentos e veículos.

Além disso, o orçamento federal também se beneficiou com os bons resultados da economia em 2017 e alcançou o quarto superávit consecutivo, de 1,2% do PIB. Os governos federal, estaduais e municipais e a previdência social arrecadaram 38,4 bilhões de euros mais do que gastaram, segundo comunicado do Destatis.

PV/afp/dpa/rtr