Terça-feira, 6 de outubro de 2026
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Os EUA vão manter fechadas até o dia 10 de agosto algumas das embaixadas e consulados no Oriente Médio. As unidades já não funcionaram  neste domingo (04/08) – dia útil na região. A decisão de Washington foi tomada após ameaças terroristas e de um possível ataque da Al Qaeda, segundo do departamento de Estado norte-americano.

Agência Efe

Embaixadas norte-americanas ficaram fechadas durante o dia e com forte esquema de segurança

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As sedes diplomáticas dos EUA na Jordânia, Egito, Catar, Kuwait e Líbia, entre outras, não vão abrir as portas nos próximos dias, além de receber vigilância extra. No entanto, segundo informações da Agência Efe sedes no Afeganistão, Iraque e Argélia reabrirão nesta segunda-feira (04/08) e vão funcionar normalmente. “O prolongamento do fechamento não tem a ver com uma nova ameaça, simplesmente indica nosso compromisso em tomar precauções e as medidas adequadas para proteger nossos empregados”, explicou o Departamento de Estado em nota oficial.

O senador republicano Saxby Chamblisse, que integra a comissão de Inteligência dos EUA, afirmou em entrevista à imprensa norte-americana que as ameaças de ataque recebidas por Washington são as mais “sérias” que o país recebeu em muitos ans. “As ameaças que estamos recebendo agora são muito semelhantes com a que recebemos em 11 de setembro. Na ocasião, não tomamos as medidas necessárias de segurança. Dessa vez, não vamos errar”, afirmou Chamblisse em entrevista à NBC's.

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Interceptações das comunicações eletrônicas da Al-Qaeda feitas por Washington foram responsáveis pelo alerta global feito pelos EUA sobre a possibilidade de ataques terroristas no Oriente Médio.

Segundo informações da imprensa dos EUA divulgadas na sexta-feira (02), o sistema de vigilância norte-americano flagrou membros do grupo islâmico planejando ataques no Oriente Médio e no Norte da África. “Foi mais do que a habitual conversa”, afirmou um porta-voz da Inteligência de Washington em entrevista ao jornal The New York Times, em referência aos dados das comunicações interceptadas durante essa semana.

"Maior ameaça de ataque terrorista desde 11 de setembro", afirma congressista republicano

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