Terça-feira, 3 de março de 2026
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O Departamento de Defesa dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (11/12) que permitirá que pessoas transgênero participem do alistamento militar que começará no próximo dia 1º de janeiro, apesar da oposição do presidente Donald Trump.

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A decisão foi tomada em função da sentença de uma juíza federal de Washington, Colleen Kollar-Kotelly, que bloqueou a proibição, imposta pelo mandatário republicano, a militares transgênero nas Forças Armadas.

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Os aspirantes a recruta precisarão superar uma série de exames físicos, psicológicos e médicos, que podem tornar mais difícil sua aceitação pelo Pentágono. Um porta-voz do Departamento de Defesa, David Eastburn, disse que candidatos com disforia de gênero e submetidos a cirurgias de mudança de sexo podem ser vetados.

As pessoas transgênero que se alistarem também terão de apresentar atestados médicos certificando sua “estabilidade clínica” no gênero escolhido por pelo menos 18 meses e a “ausência de estresse significativo”.

A entrada das pessoas transgênero para as Forças Armadas havia sido autorizada por Barack Obama em 2016 e passaria a vigorar justamente em 1º de janeiro de 2018.

No entanto, em julho de 2017, Trump anunciou que não as aceitaria como militares, alegando que o Pentágono não poderia arcar com os “enormes custos médicos e a perturbação” que essas pessoas representam. A ordem acabou bloqueada pela Justiça Federal, após uma ação movida por associações de defesa da comunidade LGBT. 

Decisão foi tomada em função da sentença de uma juíza federal de Washington, Colleen Kollar-Kotelly, que bloqueou proibição imposta pelo mandatário republicano

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Wikimedia Commons

Pentágono passa a aceitar pessoas transgenero a partir de 1º de janeiro