Sábado, 12 de setembro de 2026
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Cientistas nos Estados Unidos informaram nessa quinta-feira (26/01) que o Haiti deve se preparar para mais terremotos, como o que devastou o país há dois anos. A conclusão está no Boletim da Sociedade Sismológica da América. De acordo com as análises, o terremoto de 12 de janeiro de 2010 marca o início de um novo ciclo de fortes tremores na região.

Segundo os pesquisadores, registros históricos mostram que a Ilha de Hispaniola – que é dividida entre o Haiti e a República Dominicana – vive períodos de grandes terremotos e fases duradouras de calmaria.

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No terremoto de janeiro de 2010, cerca de 220 mil pessoas morreram no Haiti. O país ficou destruído e até hoje as consequências estão presentes no cotidiano dos haitianos.

Além das mortes, o país sofreu com a destruição causada pelo forte terremoto. O Palácio Presidencial, por exemplo, foi destruído pelos tremores.

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Os haitianos, que já enfrentavam um alto índice de pobreza, passaram a sofrer também com uma epidemia de cólera agravada pela falta de estrutura do país para combater a doença, após o terremoto.

O governo do presidente Michel Martelly apela à comunidade internacional para manter o apoio financeiro à região. Do contrário, dizem os haitianos, é impossível reconstruir o país.

A presidente Dilma Rousseff viajará para o Haiti no próximo dia 1º. No que depender do Brasil, o apoio aos haitianos será ampliado. A ideia é intensificar as parcerias em vários setores – tecnológico, agrícola e energia.

*Com informações da BBC Brasil e Agência Brasil

No terremoto de janeiro de 2010, cerca de 220 mil pessoas morreram no Haiti

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