Terça-feira, 6 de outubro de 2026
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Ativistas LGBT realizaram, neste sábado (09/07), a Parada do Orgulho Gay em Assunção, capital paraguaia, para pedir igualdade de direitos e para rechaçar a violência, a discriminação e a homofobia.

Reprodução/ Facebook

Dezenas de pessoas, a maioria jovens, marcharam em Assunção por mais direitos

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“Estou aqui pelos meus direitos. Quero me casar e ter filhos com a mulher que eu amo”, afirmou Delia Ferreira à agência Efe.

Para a atriz transexual Bárbara Cibils, apesar de os paraguaios conviverem diariamente com pessoas trans, bi ou homossexuais, os direitos dessas pessoas são “pisoteados, maltratados e discriminados”.

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'Estou aqui pelos meus direitos. Quero me casar e ter filhos com a mulher que eu amo', afirmou Delia Ferreira que participou da marcha

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De acordo com Juan González, que também esteve presente na marcha, a sociedade paraguaia é machista e patriarcal por consequência da ditadura que se estendeu de 1954 a 1989 e perseguiu pessoas trans e homossexuais.

O Paraguai é o único país da região que não possui uma legislação contra toda forma de discriminação. Em 2014 foi enviada uma proposta de lei ao Parlamento, mas a mesma foi rechaçada por temor de grupos conservadores de que a medida abrisse caminho para a aprovação do matrimônio entre pessoas do mesmo sexo.

O país também não aderiu à resolução da OEA (Organização dos Estados Americanos) de 2014 que condena a discriminação contra pessoas por sua orientação sexual.

Veja como foi a marcha:

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