Domingo, 11 de outubro de 2026
Compartilhe:

A Rússia registrou nesta quarta-feira (14/10) a segunda vacina feita pelo país contra o novo coronavírus. O anúncio foi feito pelo presidente Vladimir Putin em reunião com governadores pela manhã.

“Gostaria de parabenizar os cientistas, todos os funcionários do Instituto Vector de Novosibirsk, por este sucesso. Esta é, sem dúvida, uma tarefa muito importante que vocês, queridos amigos, resolveram com sucesso”, disse o mandatário.

E-mail

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.

Canal do WhatsApp O mundo em movimento direto no seu celular.
Siga
TV Opera Mundi Opinião, contexto e coragem jornalística.
Sintonize

O novo medicamento, batizado de EpiVacCorona, vem dois meses após a aprovação da Sputnik V que já teve sua eficácia comprovada e foi encomendada por mais de 50 países.

A vice-premiê russa, Tatiana Golikova, afirmou que a produção da EpiVacCorona começará em breve e seus testes contarão com 40 mil voluntários.

Cobertura especial Veja os resultados do 1° turno das Eleições Acompanhe

Batizada de EpiVacCorona, medicamento vem após a aprovação da Sputnik V; produção começará em breve e testes contarão com 40 mil voluntários

Needpix

Produção da EpiVacCorona começará em breve e seus testes contarão com 40 mil voluntários

“As primeiras parcelas da vacina, em um volume de 60 mil doses, serão produzidas em breve. O Instituto Vektor iniciará os testes clínicos pós-registro em diferentes regiões da Rússia com a participação de 40 mil voluntários”, disse.

Putin ainda anunciou o desenvolvimento de uma terceiro vacina, ainda em fases preliminares, criada pelo Centro de Pesquisas e Desenvolvimento de Medicamentos Imunobiológicos M. P. Chumakov da Academia de Ciências da Rússia.

“Nós precisamos aumentar agora a produção da nossa primeira vacina, e da segunda vacina. E, obviamente, antes de tudo, é necessário abastecer o mercado russo com tais medicamentos: eles devem entrar nas cadeias de farmácia da Rússia, o mais amplamente possível”, afirmou o presidente. 

(*) Com Sputnik Brasil.

Mais lidas