Quarta-feira, 7 de outubro de 2026
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Um deslizamento de terra atingiu a cidade de Casamicciola Terme, na ilha italiana de Ischia, na manhã deste sábado (26/11) e deixou pelo menos uma pessoa morta e 12 desaparecidas.

Oficialmente, no entanto, o ministro do Interior da Itália, Matteo Piantedosi, disse que “novas comunicações oficiais sobre mortes só ocorrerão quando pessoas encontradas forem levadas a hospitais”.

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Segundo a imprensa local, o corpo de uma mulher foi encontrado em uma praça tomada pela lama, mas sua identidade ainda não foi confirmada

Mais cedo, o ministro da Infraestrutura e dos Transportes, Matteo Salvini, havia mencionado oito mortes, informação rapidamente desmentida pelo chefe da província de Nápoles, Claudio Palomba.

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Já a premiê Giorgia Meloni declarou que está em contato com o ministro da Defesa Civil, Nello Musumeci, e com o governo da região da Campânia, onde fica Ischia.

Segundo a imprensa local, o corpo de uma mulher foi encontrado em uma praça tomada pela lama, mas sua identidade ainda não foi confirmada

Reprodução YouTube

Carro destroçado como resultado do desastre natural em Ischia, na Itália

Por sua vez, o ministro da Defesa, Guido Crosetto, determinou a intervenção das Forças Armadas para ajudar nas operações de resgate. Cerca de 200 pessoas foram evacuadas, mas 30 famílias, totalizando aproximadamente 100 indivíduos, estão isoladas em suas casas sem água nem energia, uma vez que o deslizamento obstruiu as vias de acesso.

“Uma dezena de imóveis desabou”, disse Giacomo Pascale, prefeito de Lacco Ameno, município vizinho a Casamicciola. Já o padre Gino Ballirano, pároco em uma igreja na ilha, contou à ANSA que está tentando chamar algumas pessoas desaparecidas, mas sem sucesso.

O diretor do Observatório Vesuviano do Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (INGV), Mauro di Vito, destacou que existe o risco de novos deslizamentos, uma vez que a região deve continuar registrando chuvas nas próximas horas.

Um relatório divulgado há uma semana pela ONG Legambiente mostra que o número de eventos climáticos extremos na Itália entre janeiro e outubro aumentou 27% em relação ao mesmo período do ano passado devido ao aquecimento global.

(*) Com informações de ANSA

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