Domingo, 19 de abril de 2026
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O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, disse neste sábado (24/08) que é “pouco provável” que o acordo comercial entre União Europeia e Mercosul seja ratificado enquanto a Amazônia sofrer com queimadas e incêndios.

“Certamente, nós apoiamos o acordo UE-Mercosul. Mas é difícil imaginar um processo de ratificação enquanto o governo brasileiro consentir a destruição dos pulmões verdes [Amazônia]”, disse Tusk, ao chegar hoje a Biarritz, no sul da França, para a Cúpula do G7.

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O encontro, que reúne os líderes dos sete países mais industrializados do mundo, deve ter o meio ambiente como um dos temas principais.

O anfitrião da cúpula, o francês Emmanuel Macron, travou uma batalha com o governo do Brasil na questão da Amazônia. O Palácio do Eliseu disse que o presidente Jair Bolsonaro “mentiu” ao assumir os compromissos em defesa do meio ambiente na última cúpula do G20, em Osaka. A França e a Irlanda também ameaçaram se opor ao acordo da UE-Mercosul devido às políticas ambientais brasileiras.

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O acordo de livre-comércio, que demorou 20 anos para ser negociado, foi finalmente assinado em junho. No entanto, precisa ser ratificado por todos os países para entrar em vigor. 

Encontro do G7, que reúne os líderes dos sete países mais industrializados do mundo em Biarritz, França, deve ter o meio ambiente como um dos temas principais

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