Quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
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Bolsa de Atenas reabriu nesta segunda-feira (03/08), após cinco semanas fechada, com uma queda de 22,87% nos primeiros minutos de pregão. A retração foi maior do que a estimada pelos especialistas, que previam entre 15% e 20%.

EFE

Gregos tentam retomar rotina financeira em meio ao controle de capitais imposto pelo governo para conter crise

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Após os primeiros compassos da negociação, o índice geral da bolsa estava em 627,04 pontos, com um volume de transações de 7,96 milhões de euros. Na liderança das quedas se situavam os títulos bancários.

Os papéis dos Banco Nacional da Grécia e o Piraeus Bank apresentaram uma queda de 30% e, em menos de uma hora da reabertura, atingiram o limite diário de volatilidade — o que impede venda de mais ações.

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A retração foi maior do que a estimada pelos especialistas, que previam entre 15% e 20%; bancos foram forçados a encerrar venda de ações mais cedo

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Para o presidente da Comissão do Bolsa de Valores, Kostas Botópulos, a reabertura da Bolsa após um mês inteiro é um passo para a normalização. Em declarações em rede nacional, Botópulos expressou confiança de que em “algumas semanas” serão levantadas todas as restrições e será alcançada a “liberalização completa” do negócio.

Os analistas esperavam uma forte queda por conta das operações dos investidores nacionais, privados e institucionais, que estão submissas a fortes restrições já que os controles de capital seguem vigentes, como a limitação de saques para evitar fuga de capitais.

Essas medidas foram impostas pelo primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, no dia 28 de junho, enquanto tentava negociar um novo resgate financeiro com a troika (Banco Central  Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia).