Segunda-feira, 16 de março de 2026
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Na noite de sábado (30/12), a artilharia ucraniana lançou um ataque com lançadores múltiplos de foguetes HIMARS contra um quartel na cidade de Makéyevka, na República Popular de Donetsk, que estava ocupada por militares russos.

A informação foi confirmada nesta segunda-feira (02/01) por um comunicado do Ministério da Defesa da Rússia, que acrescentou que o bombardeio também destruiu uma escola de treinamento onde um grupo de soldados russos estava alojado.

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O comunicado admite que houve 63 mortes de militares registradas no ataque. Também afirmou que o sistema de defesa antiaérea do país conseguiu interceptar e derrubar dois mísseis, que não atingiram o quartel.

Quatro mísseis, porém, atingiram objetivos dentro do perímetro da base militar, segundo o Ministério de Defesa russo, detonando “ogivas altamente explosivas”.

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Os lançadores múltiplos de foguetes HIMARS, armas de fabricação norte-americana, são parte do arsenal entregue pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) às forças militares ucranianas.

Segundo comunicado de Moscou, o bombardeio teria utilizado o sistema de lançamento múltiplo de foguetes HIMARS, fabricados nos EUA

Sputnik News

Destroços deixados por mísseis lançados pela Ucrânia contra base militar em Donetsk que era ocupada por soldados russos

O porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov, garantiu que “toda a assistência e apoio necessários serão prestados aos familiares e amigos dos militares caídos”.

O funcionário russo também assegurou que o exército do seu país já respondeu ao ataque durante este domingo (01/01), atacando posições ucranianas na província de Kharkiv, na República Popular de Donetsk.

Konashenkov disse que os alvos destes ataques russos são locais de alojamento temporário das unidades militares ucranianas e de legiões estrangeiras que apoiam Kiev.

O porta-voz também disse estimar que cerca de 70 mercenários pró-Ucrânia morreram devido ao contra-ataque russo, mas essa informação não foi confirmada pelas autoridades ucranianas.

(*) Com informações de RT