Sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
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O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, rejeitou nesta terça-feira (30/04) o “movimento golpista que pretende encher de violência” a Venezuela, após o anúncio do presidente do parlamento do país sul-americano, Juan Guaidó, do início do fim “da usurpação” do poder por parte de Nicolás Maduro.

“Rejeitamos este movimento golpista que pretende encher de violência o país. Os traidores que se colocaram à frente deste movimento subversivo, utilizaram tropas e policiais com armas de guerra em uma via pública da cidade para criar rebuliço e terror”, escreveu o líder cubano no Twitter.

Em seu tweet, Díaz-Canel reproduziu uma mensagem do ministro de Comunicação e Informação da Venezuela, Jorge Rodríguez, na qual informava aos venezuelanos sobre a situação.

“Informamos ao povo da Venezuela que, neste momento, estamos enfrentando e desativando um reduzido grupo de soldados traidores que se posicionaram em Distribuidor Altamira para promover um Golpe de Estado contra a Constituição e a paz da República”, escreveu Rodríguez.

O ministro pediu ao povo venezuelano que se mantenha “em alerta máximo” para “derrotar a tentativa de golpe e preservar a paz”.

Guaidó, reconhecido pelo governo brasileiro como presidente encarregado da Venezuela, disse na manhã desta terça que teria o apoio dos militares para, segundo ele, conseguir o que chama de ” fim definitivo da usurpação” do governo de Nicolás Maduro. 

Em um vídeo divulgado no Twitter e no qual ele aparece junto de um grupo de militares na base de La Carlota, no leste de Caracas, Guaidó mostra confiança. “Vamos recuperar a democracia e a liberdade na Venezuela”.

"Os traidores que se colocaram à frente deste movimento subversivo, utilizaram tropas e policiais com armas de guerra em uma via pública da cidade para criar rebuliço e terror", escreveu o líder cubano no Twitter

Wikimedia Commons

Miguel Díaz-Canel rejeitou