Segundo a acusação, Sara Netanyahu, de 60 anos, encomendou centenas de refeições de luxo para si própria, membros de sua família e convidados, entre 2010 e 2013. Gastos de 360 mil shekels (cerca de US$ 100 mil) foram pagos exclusivamente com dinheiro público sob a alegação de que não havia cozinheiro na residência oficial do primeiro-ministro.
Ao longo do julgamento, Sara Netanyahu negou ter cometido qualquer ato repreensível. No entanto, admitiu ter utilizado indevidamente 175 mil shekels (cerca de US$ 49 mil). Desta forma, obteve uma redução de sua pena e terá que pagar uma multa de 10 mil shekels (US$ 2,8 mil), além da obrigação reembolsar 45 mil shekels (US$ 13 mil) ao Estado.
Com o acordo, a defesa também conseguiu cancelar a acusação de fraude contra Sara Netanyahu, a mais grave delas. Ela foi substituída pela acusação de benefício de um erro cometido por uma terceira pessoa.

























