Segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
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O Exército brasileiro informou hoje (14) que o número de militares brasileiros mortos no Haiti aumentou para 14. Treze dos mortos integravam o Comando do Batalhão Brasileiro, conhecido como Brabatt, e um estava a serviço da Minustah, a missão de paz da ONU (Organização das Nações Unidas). Ainda há quatro oficiais desaparecidos. A instituição diz que há 12 militares feridos, que devem ser mandados de volta ao Brasil hoje.

Na frente da base Charles, onde fica a maior parte do contingente brasileiro no Haiti, centenas de haitianos se concentram pedindo ajuda. Cerca de 70 feridos graves chegaram a ser atendidos pelos militares e se recuperam em alojamentos improvisados.

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Zilda Arns é uma das vítimas

“Nosso primeiro trabalho foi usar a engenharia para desobstruir as principais vias da cidade. Mas ainda não conseguimos chegar para ajudar. Não temos condição de avaliar o número de mortos. Sabemos que é uma quantidade muito elevada”, disse o comandante militar da Minustah, o general brasileiro Floriano Peixoto Vieira, ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, segundo a Agência Brasil. O general pediu ao ministro água, remédio e equipamentos pesados de engenharia para remover escombros.

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Centenas de mortos

Não há número oficial de vítimas, mas o premiê do Haiti, Jean-Max Bellerive, disse acreditar que os mortos “estejam além dos 100 mil”.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta quarta-feira que ao menos 16 membros da Minustah morreram devido ao desabamento da sede da missão e de outros prédios no tremor. Segundo Ban, as vítimas são 11 brasileiros, três jordanianos, um argentino e um chadiano.

Há ainda cerca de 150 desaparecidos entre funcionários e colaboradores locais e estrangeiros da ONU.

Exército afirma que 14 militares brasileiros perderam a vida no Haiti

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