Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Compartilhe:

O Conselho Latino-americano de Justiça e Democracia do Grupo de Puebla, que reúne 30 líderes progressistas de 12 países da América Latina, condenou a rejeição da candidatura do ex-presidente Evo Morales ao Senado da Bolívia.

Em nota publicada nesta quinta-feira (20/02), o grupo afirma que a decisão do Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) é baseada “em argumentos debeis, que violam a legalidade constitucional e convencional em matéria de direitos civis e políticos”.

E-mail

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.

Canal do WhatsApp O mundo em movimento direto no seu celular.
Siga
TV Opera Mundi Opinião, contexto e coragem jornalística.
Sintonize

O TSE boliviano inabilitou a candidatura de Evo alegando que o ex-mandatário não cumpriu com 'requisito de residência permanente'. A candidatura do ex-chanceler Diego Pary também foi invalidada.


FORTALEÇA O JORNALISMO INDEPENDENTE: ASSINE OPERA MUNDI

Cobertura especial Veja os resultados do 1° turno das Eleições Acompanhe

O Grupo de Puebla ainda destaca que além do TSE violar os direitos políticos de Evo, “ignora o contexto especial de ruptura institucional que obrigou ambos os candidatos a abandonar o território boliviano para proteger suas vidas e gera uma desigualdade de tratamento ao Movimento ao Socialismo (MAS)”.

TSE boliviano inabilitou a candidatura de Evo alegando que o ex-mandatário não cumpriu com 'requisito de residência permanente'

Wikicommons

EUA deram instruções

Nesta sexta-feira (21/02), Morales afirmou que sua inabilitação representava um golpe contra a democracia e que o governo dos Estados Unidos deu instruções ao TSE.

“Cumprimos todos os requisitos. Por instrução da embaixada dos Estados Unidos não aprovaram [minha candidatura]. Vamos seguir lutando por nossa soberania e dignidade”, disse o ex-mandatário.

Mais lidas