Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, pediu aos líderes chineses nesta sexta-feira (14/02) que aumentem a pressão na vizinha e aliada Coreia do Norte, para que esta abandone seu programa nuclear.  Em sua segunda visita à China após um ano de mandato, Kerry afirmou que o país anfitrião deve usar “todas as ferramentas em suas mãos e todos seus meios de comunicação e persuasão” para que o governo de Kim Jong-um dê “passos concretos, reais e irreversíveis atrás de uma desnuclearização”.

Durante a última semana, as Coreias do Norte e do Sul realizaram dois encontros de alto nível, após 7 anos de impasse, na tentativa de amenizar as tensões na península. O primeiro ministro chinês, Li Keqiang, que participou do encontro, afirmou que “a China apoia que as duas partes melhorem suas relações através do diálogo e da negociação”, além de esperar “ver resultados tangíveis das conversas”.

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Kerry também ressaltou a necessidade de buscar soluções pacíficas e com diálogos nos conflitos marítimos entre China, Japão e Filipinas. “A China e as nações do sudeste asiático devem trabalhar na negociação de um código de conduta que ajude a aliviar tensões”, disse o secretário, que mencionou também a importância de construir “ferramentas de gestão de crise que evitem a tomada de medidas de coação”. Em resposta, Keqiang garantiu que “os chineses esperam juntar-se a todas as pessoas amantes da paz em todo o mundo, para manter a paz e tranquilidade na região Ásia-Pacífico”.

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Agência Efe

O secretário americano John Kerry e o primeiro ministro Chinês durante encontro em Pequin

Durante viagem do norte-americano à Ásia, questões econômicas e políticas foram pautas principais das reuniões

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O primeiro ministro chinês pediu urgência nas negociações que estreitam as relações com os EUA.  Segundo Keqiang, ambos os países representam os mais desenvolvidos do mundo e a cooperação entre as duas nações ajuda a construir e promover a paz regional e mundial.

Durante o encontro, os representantes também trataram de questões como Irã e Síria e do agravamento da situação humanitária  em regiões como Tibete. Antes da chegada à Pequim, o secretário norte-americano visitou Seul, onde encontrou o presidente Park Geun-hye. Após a visita à China, Kerry passará a Indonésia e os Emirados Árabes Unidos. 

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