Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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A promotoria do Estado da Flórida, nos Estados Unidos, anunciou nesta quinta-feira (07/09) que foi realizado um novo interrogatório com o mercenário colombiano Germán Rivera, no qual ele assumiu ser o principal responsável pelo operativo paramilitar que resultou no magnicídio do então presidente do Haiti, Jovenal Möise, em 7 de julho de 2021.

Este foi o segundo depoimento de Rivera à justiça norte-americana. Em maio de 2022, ele havia se declarado inocente. Porém, seus advogados teriam feito um acordo com a promotoria para evitar que ele fosse condenado a prisão perpétua, que consistia em ele assumir sua responsabilidade na ação e a liderança do grupo.

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O assassinato de Moïse envolveu 18 mercenários colombianos, que invadiram a casa do mandatário haitiano e atiraram contra ele e sua família.

A esposa e três empregados do casal ficaram gravemente feridos, mas sobreviveram após serem hospitalizados. Os dois filhos do casal saíram fisicamente ilesos.

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Germán Rivera comandou grupo com outros 17 paramilitares colombianos que assassinou o então presidente haitiano Jovenal Moïse, em julho de 2021

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Assassinato de Moïse envolveu 18 mercenários colombianos, que invadiram a casa do mandatário haitiano e atiraram contra ele e sua família

Os 18 colombianos envolvidos no ataque foram presos ainda durante o mês de julhos de 2021 e extraditados para os Estados Unidos, onde respondem a processo na justiça local por suas responsabilidades no atentado.

A porta-vos da promotoria da Flórida, Sarah Schall, afirmou que o novo depoimento de Rivera é um avanço importante para se chegar aos mandantes do crime.

“Rivera foi o líder operacional do ataque. Ele sabe como tudo aconteceu, como foi planejado e quem planejou, quem esteve nas reuniões nas quais se idealizou o operativo, e também sabe quem deu a ordem”, explicou a funcionária norte-americana.

 

Com informações de TeleSur e Infobae.

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