Sábado, 9 de maio de 2026
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O mergulhador espanhol Israel Moreno Franco, de 42 anos, morreu neste sábado (01/02) enquanto trabalhava nas tarefas de preparação para rebocar o cruzeiro Costa Concordia, que naufragou na costa da ilha italiana de Giglio em 13 de janeiro de 2012.

Moreno se feriu gravemente em uma perna quando estava trabalhando sob o cruzeiro, foi ajudado por um colega a sair da água mas sangrou muito e não resistiu.

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Franco era funcionário da empresa Underwater Contractors Spain (UCS), que tem sede em Cádiz (Espanha), segundo confirmou à Agência Efe uma fonte da companhia.

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De acordo com a primeira reconstrução dos fatos, quando seu companheiro conseguiu o levar para superfície, Franco ainda estava com vida e foi atendido imediatamente pelas equipes médicas. Mas seu estado era muito grave e os socorristas não conseguiram reanimá-lo na plataforma instalada ao lado do Costa Concordia.

Israel Moreno Franco foi resgatado com vida, mas não resistiu por perder sangue em excesso

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O corpo do mergulhador espanhol foi levado em um helicóptero ao hospital de Orbetello, na Toscana. Os meios de comunicação italianos afirmaram que o Ministério Público de Grosetto e a Capitania dos Portos abriram uma investigação sobre o acidente.

O megulhador, segundo a imprensa italiana, ficou preso em uma estrutura no fundo do navio e sofreu um corte profundo na perna. Os trabalhadores que estão realizando as tarefas para rebocar o cruzeiro explicaram que os mergulhadores só submergem em duplas por questões de segurança.

Franco trabalhava na instalação em um dos lados do cruzeiro dos blocos que servirão como boias para que o navio possa ser rebocado a um porto para seu desmantelamento em junho.

O presidente da região da Toscana, Enrico Rossi, lamentou a morte e prestou condolências a toda a família do mergulhador. O delegado extraordinário para o resgate do Costa Concordia e chefe da Defesa Civil da Itália, Franco Gabrielli, disse que os funcionários que atuam nas tarefas de rebocamento do navio “trabalham a cada dia em condições difíceis e cheias de riscos”.

O naufrágio do Costa Concordia deixou 32 pessoas mortas.

(*) com Agência Efe