Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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O Ministério da Saúde de Gaza alertou neste domingo (03/06) sobre o deterioro da situação médica na zona causada pela falta de medicamentos e insumos de saúde. A informação é do diretor de Hospitais do ministério, Abdul Latif al-Haj.

“O Ministério sofre uma escassez de 50% de remédios e insumos médicos”, disse. Ele pediu à comunidade internacional que envie medicamentos para aliviar a situação, piorada após os ataques israelenses que, desde o último dia 30 de maço, deixou ao menos 120 palestinos mortos e mais de 14.000 feridos na Faixa de Gaza.

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Entre os feridos, explica al-Haj, há 300 casos graves. A maioria das lesões aconteceu nos membros inferiores, por causa das balas explosivas usadas pelas forças israelenses.

Por sua vez, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICR) anunciou na última quinta-feira (01/06) que enviará profissionais de cirurgia e insumos médicos para a Faixa de Gaza, os quais permanecerão seis meses no local para atender aos feridos.

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O anúncio coincide com o assassinato da jovem paramédica palestina Razan al-Najar, morta por uma bala israelense nas costas. A morte aconteceu na última sexta (02/06), próximo à barreira fronteiriça de Gaza, enquanto ela tentava socorrer um manifestante ferido.

Gigi Ibrahim/Flickr CC

Hospitais em Gaza estão com escassez de medicamentos, diz ministério

(*) Com Telesur

Segundo diretor responsável por hospitais no órgão, Gaza sofre escassez de 50% em remédios e insumos médicos; informação vem após morte de paramédica por forças israelenses

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