Quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
APOIE
Menu

O Panamá registra nesta terça-feira (19/07) um novo dia de manifestações e protestos promovidos por sindicatos e organizações sociais contra a situação econômica que atravessa o país centro-americano.

A aliança Povos Unidos pela Vida, que lidera o movimento marchas e comícios na capital e nas dez províncias do país, indica que a mobilização permanece até que o governo convoque uma mesa única com a participação de todos os segmentos de trabalhadores envolvidos para um diálogo sério e com respostas às suas demandas.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Entre as principais demandas destacam-se a redução e congelamento dos preços dos combustíveis, alimentos, medicamentos e tarifa de energia elétrica, que impactam diretamente no custo de vida dos panamenhos.

Governo diminuiu preço dos combustíveis, mas oferta não atende às demandas dos sindicatos e organizações trabalhistas envolvidas nos protestos

Mais lidas

@SINTUP/Twitter

Algumas das demandas: redução e congelamento dos preços de combustíveis, alimentos, medicamentos e tarifa de energia elétrica

Na tentativa de acabar com os protestos, o Conselho de Ministros aprovou no domingo a redução da gasolina e do diesel para US$ 3,25 (cerca de R$17,5) o galão, medida que não satisfaz os anseios das organizações sindicais.

Segundo nota oficial, o Executivo contemplava 200 milhões de dólares para estabilizar temporariamente o custo do combustível, mas movimentos populares exigem que os recursos venham do controle dos lucros dos importadores e não dos impostos pagos pelos panamenhos.

Devido ao fato de que a oferta do governo não atende às demandas dos setores mobilizados, os sindicatos panamenhos, juntamente com outras organizações populares, decidiram romper o acordo firmado entre o governo e uma frente de sindicatos.

Organizações sociais entre as quais a Aliança Nacional pelos Direitos do Povo Organizado (Anadepo), a aliança Povos Unidos pela Vida, juntamente com as autoridades dos povos originários, anunciaram que concordam em formar um bloco único para liderar as discussões com o Executivo em busca de justiça social.

(*) Com TeleSur.