Domingo, 19 de abril de 2026
APOIE
Menu

O ministro de Comunicações da Venezuela, Jorge Rodríguez, disse neste sábado (14/12) que o governo do país desarticulou o que seria um plano terrorista encabeçado por opositores da direita, liderados pelo partido Vontade Popular, que pretendiam atacar destacamentos da Guarda Nacional no norte do país.

Em entrevista coletiva à imprensa, transmitida pela TV, Rodríguez disse que o plano foi descoberto porque o governo da Venezuela se infiltrou no grupo que planejava o ataque. Planejava-se, de acordo com o ministro, um “banho de sangue” no Estado de Sucre. 

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

O plano seria executado, de acordo com o governo, neste domingo (15/12). A ideia seria tomar as instalações do quartel-general Gran Mariscal Sucre e o Comando 53 da Guarda Nacional Bolivariana, ambos em Sucre.


FORTALEÇA O JORNALISMO INDEPENDENTE: ASSINE OPERA MUNDI

Mais lidas

Governo descobriu plano após se infiltrar em grupo que planejava ataque; ministro acusou partido Vontade Popular de estar por trás do ato frustrado

AVN

Rodríguez: governo desarticulou plano terrorista previsto para domingo

Os autores do ataque tentariam, inclusive, tomar o controle de um município ou mesmo do Estado. Para tal, haveria auxílio de grupos armados. De acordo com Rodríguez, o grupo pretendia ingressar 300 fuzis vindos da Colômbia, além de paramilitares e ex-militares venezuelanos que desertaram para o país vizinho.

Segundo o ministro, os principais “cabeças” do plano eram os deputados de direita Yanet Fermín e Fernando Orozco, Rodríguez também acusou que o ataque teria sido planejado pelo ex-deputado Leopoldo López, com aprovação do deputado autoproclamado presidente Juan Guaidó – ambos do Vontade Popular.

Rodríguez afirmou que, com o ato, o Vontade Popular pretendia desviar a atenção do escândalo de corrupção que atingiu aliados de Guaidó.