CHE GUEVARA: REVOLUÇÃO SEM FRONTEIRAS

A coragem de Che Guevara, que se expressa nas lutas guerrilheiras e na disposição para assumir as mais diferentes tarefas revolucionárias, fez dele um ícone mundial da luta por um mundo melhor.

Ernesto Guevara de la Serna sempre foi rebelde. Nascido na classe média alta no interior argentino, não deixou que o curso de medicina o afastasse das questões humanas. Assim conheceu a obra de Marx.

Che esteve entre os guerrilheiros que desembarcaram do Granma e lutaram contra as tropas de Fulgêncio Batista. Depois, organizou tribunais que condenaram à morte cerca de 550 integrantes da ditadura.

Che foi um pensador das experiências guerrilheiras em Cuba e das tentativas (em geral mal-sucedidas, registre-se) de reprodução dessas experiências em outros países da América Latina e da África.

Inicialmente um apoiador do peronismo de esquerda da Argentina, Che tornou-se um revolucionário.
No entanto,
 foi mais um
 combatente
do que necessariamente
um personagem
 da reconstrução
de Cuba.

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Foi na linha de frente que Che tornou-se uma figura emblemática. O sucesso da Sierra Maestra, no entanto, não se repetiria no Congo em 1965 e na Bolívia, em 1967, onde foi capturado e assassinado.

Em 1965, Che renuncia a todos os cargos em Cuba e escreve a famosa carta a Fidel em que anuncia sua partida para "novos campos de batalha". Nesta carta, aparece a frase "hasta la victoria siempre".

Estaria disposto a entregar minha vida pela libertação de qualquer um dos países da América Latina, sem pedir nada a ninguém, sem exigir nada, sem explorar ninguém

Desenvolvimento:
Rafael Targino

Texto original:
Haroldo Ceravolo Sereza

Fotos:
Wikicommons

Ilustração do último slide:
Fernando Carvall

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