Sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
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Pelo menos dez pessoas morreram e 33 ficaram feridas nesta segunda-feira (30/05) em dois ataques suicidas em bairros de maioria xiita em Bagdá, no Iraque. As ações foram reivindicadas pelo grupo jihadista EI (Estado Islâmico).

Agência Efe

Soldados iraquianos atuam em Ramadi, situada próximo a Faluja, controlada pelo EI; grupo reivindicou ataques desta segunda em Bagdá

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Pelo menos oito pessoas morreram e 22 ficaram feridas pela explosão de um carro-bomba estacionado perto do mercado popular Shalal, situado no bairro de população xiita de Al Shaab, no nordeste da cidade.

Outras duas morreram e 11 tiveram ferimentos depois da detonação de um moto carregada com explosivos perto de uma loja no grande distrito de maioria xiita de Cidade de Sadr, no leste de Bagdá.

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Uma fonte policial informou à agência Efe um ataque com carro-bomba a um complexo governamental da cidade sunita de Al Tarmiya, a cerca de 40 quilômetros ao norte da capital, sem causar vítimas.

As ações ocorrem no mesmo dia em que as tropas iraquianas lançaram uma nova operação militar para libertar o centro da cidade de Faluja, no leste do país, do controle do Estado Islâmico.

 

Explosões ocorreram em bairros de maioria xiita na capital iraquiana; ações coincidem com início de operação militar para retomar controle de Faluja, no leste

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Segundo um comunicado, as tropas – que contam com unidades antiterroristas, Exército e a Polícia iraquianos – começaram a atacar “alvos determinados” e avançam com “firmeza e decisão” rumo à cidade, ocupada pelo EI desde o começo de 2014.

O porta-voz das unidades antiterroristas, Sabah al Nieman, disse à televisão estatal Al-Iraquiya que os soldados começaram a ofensiva no centro de Faluja às 5h (horário local, 23h de domingo em Brasília).

No sábado (28/04), o Exército iraquiano informou que pelo menos 110 supostos membros do EI foram mortos e 20 ficaram feridos depois de uma operação para retomar o controle de Faluja.

De acordo com as Nações Unidas, cerca de 50 mil civis estão submetidos a situações de risco em Faluja, que aumenta à medida em que se intensificam os combates.

(*) Com Agência Efe