Terça-feira, 13 de janeiro de 2026
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O presidente venezuelano, Hugo Chávez, anunciou neste domingo (3/9) que este mês seu governo expropriará terras improdutivas em três estados do país como parte de uma “nova ofensiva” na luta contra o latifúndio.

“Vamos acelerar a revolução agrária” e para isso vamos “intervir atualmente” em terrenos nos estados de “Lara, Apresse e Zulia”, afirmou Chávez durante seu programa dominical de rádio e televisão Alô Presidente.

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O presidente não precisou quantos hectares serão expropriados pelo Inti (Instituto Nacional de Terras) este mês, só ressaltou que sua “revolução” socialista iniciará “uma nova ofensiva” em seu empenho de aumentar a produção alimentícia do país”.

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Chávez insistiu que seu governo deve “criar definitivamente o novo modelo econômico” socialista e sustentou que, para isso, é indispensável “liberar as terras dos latifundiários” e entregá-las aos camponeses para que “produzam alimentos para alimentar o povo, não para transformá-los em mercadoria”.

“Vamos com tudo: o Inti, a Força Armada, as frentes camponesas, todos unidos para resgatar até o último latifúndio na Venezuela”, disse o presidente.

Chávez declarou, em 2004, “guerra ao latifúndio” e à terra ociosa no marco de uma “revolução agrária”, com a qual promete ceder aos camponeses pobres lotes de terrenos.

Segundo dados oficiais disponíveis, o governo venezuelano recuperou, em 2009, um total de 500 mil hectares de terra improdutiva ou de titularidade não demonstrada para “garantir seu uso social”, de acordo com o Plano Agrícola Nacional.

A oposição rejeita as expropriações por considerá-las ilegais e diz que o governo “engana” os camponeses porque não lhes entrega a titularidade da terra, mas uma permissão de produção. Além disso, segundo a oposição, a política agrícola do governo é “destrutiva”, com o argumento de que a alimentação dos venezuelanos depende em mais de 60% das importações.

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Chávez anuncia novas estatizações para impulsionar reforma agrária

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