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Em carta enviada aos cinco integrantes atuais do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o presidente argentino, Javier Milei, anunciou que seu governo não tem intenção de ingressar no bloco, como havia sido decidido há meses, pela gestão anterior. 

“Algumas decisões tomadas pela gestão anterior (do ex-presidente Alberto Fernández) serão revisadas. Entre elas, encontra-se a criação de uma unidade especializada para a participação ativa do país (Argentina) no Brics (…)”, escreveu Milei para o governo brasileiro, segundo a Globonews.

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A emissora afirma que a carta é datada de 22 de dezembro e foi enviada aos líderes dos outros países. O governo Milei já havia indicado que não ingressaria no bloco que representa o Sul Global, reiterando suas alianças com Estados Unidos e Israel. 

Por quê?

A decisão de ampliar o Brics foi tomada em agosto último durante encontro em Johanesburgo (África do Sul). Entre as novas matrículas aprovadas, estavam Egito, Irã, Argentina, Etiópia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

Presidente de extrema direita reafirma aliança com Estados Unidos e Israel e rejeita possíveis benefícios do bloco

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Presidente argentino Javier Milei e chanceler Diana Mondino confirmaram que o país não irá ingressar ao Brics

A meta é que os novos integrantes formalizassem a adesão em primeiro de janeiro. Participar do Brics poderia trazer benefícios econômicos à Argentina, como acesso a créditos e mercados.

A imprensa argentina analisa que a desistência de Milei pode ser estratégia para manter o foco na resolução de crises internas, como a gerada por seu megapacote de austeridade e restrição de liberdades civis, atualmente no Congresso e que enfrente dura oposição da população.