Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Compartilhe:

O papa Francisco recebeu neste sábado (18/01) representantes e trabalhadores da Radio Televisão Italiana (RAI) e pediu “verdade” no processo informativo e “nunca desinformação ou calúnia”, para dotar assim a comunicação de um “alto nível ético”.

“Tem que ser um serviço à verdade, à bondade e à beleza. Tendes que evitar conceitos tão daninhos como a desinformação, a difamação, a calúnia e manter um alto nível ético”, recomendou o pontífice.

E-mail

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.

Canal do WhatsApp O mundo em movimento direto no seu celular.
Siga
TV Opera Mundi Opinião, contexto e coragem jornalística.
Sintonize

Com a audiência, o Vaticano participou dos atos de celebração do 90º aniversário da primeira emissão radiofônica e do 60º aniversário da primeira emissão televisiva da RAI.

Depois das palavras da presidente da RAI, Anna Maria Tarantola, o papa Francisco procedeu com seu discurso, onde chamou de “preciosa colaboração” as relações entre os meios de comunicação italianos e os da Santa Sé, a Radio Vaticano e o Centro Televisivo Vaticano (CTV).

Cobertura especial Veja os resultados do 1° turno das Eleições Acompanhe

Francisco participou de cerimônia com representantes e funcionários da RAI, nas comemorações das primeiras transmissões da empresa

NULL

NULL

“A palavra-chave que eu gostaria ressaltar é colaboração graças à qual, o povo italiano sempre pôde ter acesso às palavras e às imagens do papa, e dos eventos da Igreja através desse serviço público”, ressaltou o pontífice.

Diante dos dirigentes da RAI e seus trabalhadores, o papa lembrou a “responsabilidade obrigatória para as titulares do serviço público” e lhes assegurou que seu empenho, “mais que informativo, é formativo”.

“A qualidade ética da comunicação é fruto, definitivamente, de uma consciência atenta, não superficial, sempre respeitosa das pessoas, já sejam protagonistas da informação ou os consumidores da mesma pelo que (os jornalistas) estão convocados a apresentar um alto nível ético à comunicação”, concluiu Francisco.

Mais lidas