Quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
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Diário, o Guedes é eu, só que falando em dinheiro em vez de arma.

Agora ele propôs uma coisa bem legal: aumentar os impostos sobre os livros. Isso vai deixar o livro bem mais caro. Mas quem é que quer livro? Só as traças e a esquerdalhalivrista!

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Tanto que quem é que acabou com os impostos? O comunopetista do Lula, em 2004.

Se o cara lê mais de um livro por ano, eu já mando a Abin investigar. Lê a Bíblia e pronto, pô! Ler mais pra quê?

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Livro é coisa chique, de luxo. Tem que taxar mesmo. Se bem que o Guedes não falou nada em aumentar a taxa sobre jatinhos e iates. Mas a gente não vai querer prejudicar os amigos, né?

O Guedes disse que é melhor o governo doar livros para os pobres do que deixar com pouco imposto. O que ele não falou é que o meu governo não doa livro porcaria nenhuma. Isso é coisa de comunoletrista.

Os governos do FHC e do PT é que compravam livros para dar de presente para as crianças. Milhões de livros. Era uma papelada que não tinha fim. Não querem proteger as árvores? Então vamos parar com esse negócio de livro.

Até o Temer comprou um pouquinho de livro. Mas comigo não vai ter disso, não. Se depender de mim, livro fica proibidão. 

Arma? Vamos incentivar.

Livro? Nem que a vaca tussa!

(*) José Roberto Torero é escritor e jornalista, autor de livros como Papis et Circensis e O Chalaça. O Diário do Bolso é uma obra ficcional de caráter humorístico.

Diário, comigo não vai ter disso, não; se depender de mim, livro fica proibidão