Sexta-feira, 6 de março de 2026
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O Ministério das Relações Exteriores do Brasil lamentou na noite desta quarta-feira (09/08) o assassinato do candidato a presidente do Equador Fernando Villavicencio, de 59 anos, morto a tiros após deixar um comício na capital Quito.

Para o Itamaraty, a morte foi um “deplorável ato” no qual os responsáveis devem ser “identificados e levados à Justiça”. A nota ainda comenta que o governo brasileiro “transmite suas sentidas condolências à família do candidato presidencial e ao governo e povo equatorianos”

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“O governo brasileiro tomou conhecimento, com profunda consternação, do assassinato, na tarde de hoje, 9 de agosto, em Quito, de Fernando Villavicencio, candidato às eleições presidenciais no Equador. Ao manifestar a confiança de que os responsáveis por esse deplorável ato serão identificados e levados à justiça, o governo brasileiro transmite suas sentidas condolências à família do candidato presidencial e ao governo e povo equatorianos”, disse o comunicado.

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Villavicencio foi assassinado a tiros após um comício na capital Quito a apenas 11 dias das eleições. Um vídeo mostra ele saindo de uma escola e levando três disparos logo após entrar em um carro, mesmo estando sob escolta policial. O atentado também deixou outras nove pessoas feridas, incluindo dois policiais e uma candidata ao Parlamento.

O governo equatoriano declarou nesta quinta-feira (10/08) estado de exceção no país, com a mobilização das Forças Armadas para garantir a segurança em todo o território nacional, mas manteve a data das eleições para 20 de agosto.

A facção criminosa “Los Lobos” disse ser a responsável pelo assassinato de Villavicencio. As autoridades equatorianas, no entanto, ainda não confirmaram a autenticidade da reivindicação, embora o presidente Guillermo Lasso já tenha atribuído o assassinato de Villavicencio ao “crime organizado”.

Governo brasileiro condena assassinato e diz que responsáveis devem ser 'identificados e levados à Justiça'; presidenciável foi morto com três tiros na cabeça

Flickr/ Yamil Salinas Martínez

Governo equatoriano decretou estado de exceção após assassinato de Fernando Villavicencio