Segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
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Atualização às 22h00

O Serviço Eleitoral do Chile (Servel) informou na noite deste domingo (04/09) que os cidadãos chilenos rejeitaram a nova Constituição que poderia mudar a Carta Magna herdada da ditadura de Pinochet. Após três horas do encerramento das assembleias de voto, o órgão eleitoral apurou que com 61,88% (7.842.477), o “rechazo” ganhou o plebiscito. A opção “apruebo” ficou com 38,12% (4.830.725).

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A Servel notificou que dos 15.076.690 cidadãos convocados para votar no plebiscito, mais de 13 milhões compareceram para votar a favor ou contra da nova Constituição no país. 

Mais cedo em declarações à imprensa, Boric disse que, “seja qual for o resultado do plebiscito, vai pedir unidade nacional num exercício de mais democracia” para superar as fraturas sociais.

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O presidente também prometeu esgotar sua legislatura e convocar todas as forças sociais e políticas para continuar com o processo. “Posso garantir que nossa vontade e ação, independentemente do resultado, será de convocar uma ampla unidade nacional de todos os setores, organizações sociais, sociedade civil, partidos políticos”, disse.

Segundo Serviço Eleitoral, 'rechazo' teve 61,90% dos votos contra 38,10% de 'Apruebo'; texto poderia mudar Carta Magna de Pinochet

Flickr

Nova Carta Magna decorrente da Convenção Constitucional consagra “Estado Social de Direitos”

As mesas de votação abriram na maioria das regiões do Chile a partir das 08h no horário local para que os cidadãos participassem do plebiscito para aprovar ou rejeitar o texto da nova Constituição. A participação na consulta sobre a aprovação ou não da nova Carta Magna era obrigatória sob pena de multa.

A Carta Magna rejeitada decorrente da Convenção Constitucional consagrava um “Estado Social de Direitos”, em resposta às reivindicações expressas nas massivas manifestações sociais de outubro de 2019.

O projeto constitucional também estabelecia um novo catálogo de direitos sociais em saúde, educação e previdência, com forte ênfase no meio ambiente e na proteção de novos direitos.

(*) Com Telesur